quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jornalismo Internacional


Por: Amélia Xavier,
Lidiane Marques,
Danilo Espigaroli e Dandara Nascimento

Matéria principal do site Terra traz cobertura internacional
Jornalismo Internacional é uma especialização da profissão jornalística. O Jornalista desta área tem a função de cobrir eventos fora de seu país de origem. Isso  faz com que o Jornalismo Internacional  seja a área do Jornalismo com maior abrangência de temas, seja política, economia, cultura, ou qualquer outro assunto que aconteça fora do país.

História

O Jornalismo como atividade profissional já teria nascido Internacional em seus primórdios, pois os veículos de imprensa pioneiros, criados no contexto da ascensão da burguesia européia nos séculos XVII e XVIII, foram criados principalmente para informar leitores locais (em grande parte, comerciantes e banqueiros) sobre fatos acontecidos no exterior.
A partir do século XIX, com jornais já consolidados na Europa, nos Estados Unidos e em outros países, com as inovações tecnológicas , como o telégrafo, as notícias do exterior ganharam novo impulso. Começaram a ser formadas as primeiras agências de notícias, inicialmente como associações entre jornais para cobrir eventos de grande relevância, como guerras e revoluções, como a Guerra da Criméia (1855) e a Guerra Civil Americana (1865) dos EUA.

 Agências de notícias e profissionais da área

Agência de internacional notícias, basicamente são empresas jornalísticas especializadas em produzir e enviar notícias que ocorrem pelo mundo, para os diversos veículos de comunicação. Normalmente as notícias são vendidas para a mídia.

Há dois tipos de reportagem que podem ser feitas no exterior: o trabalho de  Correspondência Internacional e o do Enviado Especial.
UOL tem página especializada em notícias internacionais

O Correspondente é um repórter que mora numa cidade estrangeira, cobrindo uma região, um país ou às vezes até um continente inteiro. Ele deve enviar matérias regularmente para a redação da sede de seu veículo. Na maior parte das vezes, o correspondente é auto-pautado ou seja, ele mesmo define sobre o que irá escrever, o que irá apurar, que assuntos vai selecionar. O correspondente deve ter conhecimento profundo da realidade local e talento para identificar os fatos mais relevantes no país onde trabalha e ao mesmo tempo interessantes para seu país de origem.

Já o Enviado Especial, como o próprio nome já diz, é um repórter enviado temporariamente para cobrir um acontecimento em outro país. Normalmente, o enviado especial é selecionado entre os profissionais da redação por ter maiores conhecimentos sobre o tema ou o lugar dos fatos. Muitas vezes, o enviado passa poucos dias no local e retorna à sede logo em seguida.

Especialização

Pontifícia Universidade Católica - PUC-SP – Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes.
Duração: entre 24 a 36 meses.

 Conheça alguns correspondentes internacionais

Televisão – Globo
Ilze Scamparini nasceu em Araras (SP), em 1960. É jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Puccamp), em 1982.
Correspondente brasileira em Roma, desde 1999 acompanha os principais fatos e acontecimentos europeus.



Revista - Veja



O jornalista e escritor Mario Sabino, nasceu em São Paulo/SP no dia 7 de abril de 1962. Começou a trabalhar no jornal Folha de S.Paulo em 1984, como editor da seção Livros.
Foi redator-chefe da revista Veja até o final de 2011
Desde 2012 é colaborador da Veja em Paris.







Jornal Impresso – Folha de S.Paulo


Samy Leal Adghirni nasceu em 11 de junho de 1979, em Lyon (França). É jornalista formado pela Universidade Stendhal, de Grenoble (França), em 2001.
Desde o final de 2007, trabalha na Folha de S.Paulo, onde é agora correspondente estrangeiro, com base em Teerã. Trata-se do primeiro jornalista brasileiro a ocupar o cargo no Irã. De lá, é responsável por acompanhar a política, a cultura e a sociedade iranianas, além de cobrir eventos em países vizinhos.




Jornalista da região especializado na área

Pedro Mudrey Bassan Júnior nasceu em Tupã (SP), em 20 de abril de 1972. Começou no Jornalismo na rádio Tupã, em 1989, antes mesmo de prestar vestibular. Formou-se em Direito pela Faculdade do Largo São Francisco da Universidade de São Paulo (USP/SP) e, três anos depois, se formou em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (SP), em 1998.
Foi correspondente internacional da Rede Globo de 2009 á agosto de 2012, em Lisboa, onde cobria toda a Península Ibérica.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Jornalismo Feminino

Por: Francielle Tutumi
Melina Barreto
Kelly Guardacione e Natália Vieira



É um jornalismo com olhar feminino, voltado para a mulher moderna. Com matérias para suprir a curiosidade e as necessidades da mulher. Com intuito de deixar a mulher sempre bem informada, entreter, e ajuda-la no seu dia a dia. No jornalismo feminino os meios de comunicação passam a ideia de intimidade com a leitora.
 Fátima Ali está na editora Abril há mais de 20 anos, iniciou a sua carreira em publicidade. Foi diretora das revistas "Manequim", "Setenta" e atualmente, dirige "Nova", desde o lançamento.

Outra pérola do jornalismo nacional é sem dúvida, Cristina Duarte, 37 anos, jornalista e editora da revista "Claudia". Coordena uma redação formada quase que totalmente de mulheres e foi a grande responsável pela linha nacional da revista contra a internacionalização das matérias.

O jornalismo feminino aborda diversos temas, desde moda, beleza, boa forma, culinária, economia, viagem, decoração, trabalho, saúde e família, entre outros.

Veja a entrevista com a jornalista Simone Cereja na galeria (para melhor visualização, clique na imagem):






No universo jornalístico, investigar é essencial


*Por: Jonathan Santos
Kawanny Barros
Nevelyn Aniely e Wellington Roberto

Há todo momento milhares de notícias e reportagens chegam ao público e, muitas delas, despertam a curiosidade sobre como foram pensadas e, elaboradas. Nesse cenário, o jornalismo investigativo ganha destaque por desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, especialmente crimes, denúncias e casos de corrupção.

O repórter quando tem uma matéria de cunho investigativo para fazer, dedica-se somente a ela, pois precisa realizar uma apuração intensa e ter contato com as fontes sobre o assunto em questão, já que este tipo de jornalismo lida com temas, muitas vezes, delicados.

Em alguns momentos, o jornalista investigativo se vê como um “super-herói” e não pensa quais consequências seus atos poderão ter e nem como sua vida será afetada por isso.

Isto não pode acontecer, pois o papel do jornalista é levar informação para as pessoas e tentar de alguma forma ajudar a reparar problemas que as afetam, mas salvar o mundo acima de qualquer coisa, não faz parte de sua função.

No Brasil alguns profissionais se destacam na elaboração de matérias investigativas, entre eles os jornalistas Roberto Cabrini, do “Conexão Repórter”/SBT, e Caco Barcelos, do “Profissão Repórter”/ Globo. Além desses programas exibidos na TV, existem também programas de rádio que possuem caráter investigativo sendo um exemplo a “Rádio Patrulha – Mirante AM”, uma emissora do Maranhão que tem sua grade de programas voltado para o universo policial.

O jornalista Marcelo Casagrande, que trabalha no SBT Interior, o repórter investigativo tem que ser curioso em tudo, deve conquistar a fonte e desconfiar de tudo também. Ele diz que independente do assunto da matéria, o profissional tem que olhar os fatos com atenção para não perder o lado humano do acontecimento. “Humanizar é uma parte investigativa”, afirmou.

No universo do jornalismo investigativo há uma frase de Nilson Lage que sintetiza de forma simples e completa o que é este tipo de jornalismo.

“Jornalismo investigativo é a prática de reportagem especializada em desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, especialmente crimes e casos de corrupção que podem eventualmente virar notícia.”

Se você ficou interessado nesse tipo de jornalismo, entre no site da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), onde você encontra: artigos, notícias, cursos e tudo que envolve uma reportagem investigativa acesse aqui.